terça-feira, 2 de março de 2010
Comece por algum lugar
Um Banco de Práticas, Idéias e Soluções pró-sustentabilidade
pode ajudar.
acesse: http://www.benchmarkingbrasil.com.br/index.php?pag=bbpg
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
Desabafo de um brasiliense
Aos cidadãos:
Faço parte de uma das primeiras gerações nascidas em Brasília, portanto nasci, cresci e sou um pedaço desta região.
Vivenciei governos militares, governos civis indicados para o DF e pessoas próximas enriquecerem como funcionários públicos. Nunca quis fazer parte direta do corpo funcional público que considero com algum anomalia. Os últimos fatos no DF que todo o país somente conhece como Brasília, tornou dentre os cidadãos de bem, principalmente os brasilienses natos, a indignação algo insuportável. A sensação de impotência deve ser transformada em algo positivo, portanto, convoco a todos os indignados a se fazerem vivos. Participem do governo e de suas decisões; quando reclamar proponha soluções, seja parte da solução. Denuncie toda e qualquer forma de "jeitinho". Candidate-se nas próximas eleições, seja funcionário público, vamos ser o que dizemos querer. Juntos podemos transformar um bairro, uma cidade, um governo e nossa nação.
Procure conhecer os fatos, conhecimento gerará responsabilidade, responsabilidade gerará sua atitude.
A indignação e maus sentimentos não dominarão nosso ser, mas impulsionarão nossas atitudes para a transformação.
Nelsomar Cavalcante
um brasileiro brasiliense
http://sistemaconscientista.blogspot.com
Faço parte de uma das primeiras gerações nascidas em Brasília, portanto nasci, cresci e sou um pedaço desta região.
Vivenciei governos militares, governos civis indicados para o DF e pessoas próximas enriquecerem como funcionários públicos. Nunca quis fazer parte direta do corpo funcional público que considero com algum anomalia. Os últimos fatos no DF que todo o país somente conhece como Brasília, tornou dentre os cidadãos de bem, principalmente os brasilienses natos, a indignação algo insuportável. A sensação de impotência deve ser transformada em algo positivo, portanto, convoco a todos os indignados a se fazerem vivos. Participem do governo e de suas decisões; quando reclamar proponha soluções, seja parte da solução. Denuncie toda e qualquer forma de "jeitinho". Candidate-se nas próximas eleições, seja funcionário público, vamos ser o que dizemos querer. Juntos podemos transformar um bairro, uma cidade, um governo e nossa nação.
Procure conhecer os fatos, conhecimento gerará responsabilidade, responsabilidade gerará sua atitude.
A indignação e maus sentimentos não dominarão nosso ser, mas impulsionarão nossas atitudes para a transformação.
Nelsomar Cavalcante
um brasileiro brasiliense
http://sistemaconscientista.blogspot.com
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quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
A Adaptação
As mudanças climáticas são evidentes e estão em uma constante já previsivel por qualquer instituto de pesquisas meteorologicas, seja pela estação do ano , e atualmente em Sao Paulo até pelos horários dos temporais.
Os avisos são constantes e o planejamento de ações que levarão 10 anos para surtirem efeito também.
O que as empresas estão fazendo internamente para adaptarem-se a esta nova situação.?
Especialistas soltam o alerta:
" Essas são algumas das observações feitas pelo pesquisador Carlos Afonso Nobre, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) para o jornal Tribuna Impressa"
APJ - O senhor diz que, antes de se adaptarem ao aquecimento global, as cidades devem se adaptar ao clima atual. Por quê?
Carlos Nobre - Posso dar o exemplo de Itajaí (SC). Depois de sofrer imensamente inundações, em 1983, ela fez um plano de adaptação, todo um sistema que prevê uma possível inundação com seis, oito, doze horas de antecedência. Aí a população sabe antes para onde ir, os serviços continuam a funcionar, as escolas funcionam em outros locais. A cidade se preparou, já está adaptada às inundações do Vale do Itajaí. Se o clima ficar com extremos mais comuns, a adaptação a essas mudanças tornará tudo muito mais fácil.
O senhor cita, em contrapartida, cidades que não se adaptaram ao clima.
Carlos Nobre - Em grandes cidades e metrópoles do País as populações não conseguiram ainda se adaptar às chuvas intensas. Em São Paulo, Rio de Janeiro e Salvador, todo ano há uma amostra da dificuldade em se adaptar ao clima atual. Nessas cidades vai ser muito mais difícil quando o clima começar a mudar, e as chuvas de verão começarem a se tornar mais intensas e freqüentes. A lição de casa é se adaptar aos extremos de hoje.
--
Em países onde o clima tem momentos insuportaveis, como no orinete médio, a tarde as pessoas estão em casa descansando e quando o a temperatura fica mais amena voltam a abrir seus comércios.
Porque em São Paulo com chuvas durante um mês todas as tardes, as pessoas trabalham a tarde?
Estes profissionais estão tranquilos em seu trabalho sabendo que suas casas ou de perentes podem estar necessitando de algum cuidado?
Porque não alterar os horários de trabalho , como exemplo de 6 as 14 hs, para que assim , evite-se que seus funcionários submetam-se a riscos calculados e previstos.
Nossas empresas preocupam-se com a tecnologia de ponta na produção e produtividade e esquecem-se como usá-las na preservação de seus colaboradores.
Os avisos são constantes e o planejamento de ações que levarão 10 anos para surtirem efeito também.
O que as empresas estão fazendo internamente para adaptarem-se a esta nova situação.?
Especialistas soltam o alerta:
" Essas são algumas das observações feitas pelo pesquisador Carlos Afonso Nobre, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) para o jornal Tribuna Impressa"
APJ - O senhor diz que, antes de se adaptarem ao aquecimento global, as cidades devem se adaptar ao clima atual. Por quê?
Carlos Nobre - Posso dar o exemplo de Itajaí (SC). Depois de sofrer imensamente inundações, em 1983, ela fez um plano de adaptação, todo um sistema que prevê uma possível inundação com seis, oito, doze horas de antecedência. Aí a população sabe antes para onde ir, os serviços continuam a funcionar, as escolas funcionam em outros locais. A cidade se preparou, já está adaptada às inundações do Vale do Itajaí. Se o clima ficar com extremos mais comuns, a adaptação a essas mudanças tornará tudo muito mais fácil.
O senhor cita, em contrapartida, cidades que não se adaptaram ao clima.
Carlos Nobre - Em grandes cidades e metrópoles do País as populações não conseguiram ainda se adaptar às chuvas intensas. Em São Paulo, Rio de Janeiro e Salvador, todo ano há uma amostra da dificuldade em se adaptar ao clima atual. Nessas cidades vai ser muito mais difícil quando o clima começar a mudar, e as chuvas de verão começarem a se tornar mais intensas e freqüentes. A lição de casa é se adaptar aos extremos de hoje.
--
Em países onde o clima tem momentos insuportaveis, como no orinete médio, a tarde as pessoas estão em casa descansando e quando o a temperatura fica mais amena voltam a abrir seus comércios.
Porque em São Paulo com chuvas durante um mês todas as tardes, as pessoas trabalham a tarde?
Estes profissionais estão tranquilos em seu trabalho sabendo que suas casas ou de perentes podem estar necessitando de algum cuidado?
Porque não alterar os horários de trabalho , como exemplo de 6 as 14 hs, para que assim , evite-se que seus funcionários submetam-se a riscos calculados e previstos.
Nossas empresas preocupam-se com a tecnologia de ponta na produção e produtividade e esquecem-se como usá-las na preservação de seus colaboradores.
domingo, 17 de janeiro de 2010
O CAOS - Como proceder
É fato que acontecimentos (ações) geram reações inesperadas de nossa parte, mas, nós que utilizamos o sistema conscientista não reagimos a nada e sim, provocamos reações. Portanto, mesmo no caos em que vivem atualmente nossos amigos haitianos a consciencia, harmonia e planejamento de ações devem ser enfatizadas, para criar sinergia na procura de vidas e manutenção, em um primeiro momento, e em seu desenvolvimento como objetivo principal e coletivo, dos que auxiliam e dos que recebem este impulso.
A coordenação da ajuda excluindo o ego e a politica fará a diferença na quantidade de vidas salvas, mantidas e desenvolvidas naquele país.
A coordenação da ajuda excluindo o ego e a politica fará a diferença na quantidade de vidas salvas, mantidas e desenvolvidas naquele país.
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
Motivação (O que te Move para a ação?)
Algumas empresas e profissionais acreditam que a motivação está relacionada diretamente com recompensas materiais, podendo ser em forma de aumento salarial ou até mesmo uma gratificação extra por determinada atividade desenvolvida.
"É interessante notar que as afirmações relacionadas com recompensa e reconhecimento mostram relações significativas com a motivação, mas não foram as que apresentaram maior correlação. Funcionários motivados esperam mais do que incentivos materiais", afirma a diretora comercial da Right Management, Márcia Palmeira.
Principais impulsionadores da motivação
Mas, se a motivação não está diretamente ligada à recompensa material, quais são os principais impulsionadores da motivação? De acordo com o estudo, os motivos são os seguintes:
- Comprometimento com os valores básicos da organização em que trabalha;
- Valorização dos produtos e serviços pelos clientes;
- Opiniões levadas em consideração;
- Entendimento perfeito sobre o trabalho esperado;
- Contribuição para atender às necessidades dos clientes;
- Recompensa com justiça;
- Valorização dos colaboradores por parte dos líderes;
- Todos são tratados com respeito;
- Concentração na atividade desenvolvida no local de trabalho;
- Objetivos pessoais relacionados com o plano de negócios da área;
- Compreensão clara da missão da organização;
- Capacidade dos líderes em fazer da empresa um sucesso;
- Incentivo para assumir novas responsabilidades;
- Envolvimento da empresa no suporte à comunidade;
- Oportunidades de carreira na organização;
- Equilibro entre trabalho e interesses pessoais;
- A empresa permitir o equilíbrio razoável entre família e trabalho;
- Pressão razoável na função exercida;
- Investimento suficiente para bom desempenho da organização;
- Salário competitivo comparado como cargos semelhantes dentro da empresa;
- Apoio necessário do gerente imediato para realização do trabalho;
- Capacidade das pessoas em realizar seu trabalho com eficácia;
- Empresa eficaz em atrair e reter talentos;
- Autoridade necessária para realizar bem o trabalho;
- A empresa promover a saúde e o bem-estar;
- Investimento na aprendizagem e desenvolvimento das pessoas
O levantamento foi realizado com cerca de 30 mil funcionários em 15 países e pediu aos entrevistados que indicassem o nível de concordância ou discordância com 90 afirmações específicas envolvendo a eficácia organizacional. As respostas foram correlacionadas com os relatórios de autoavaliação dos entrevistados sobre seu nível de motivação.
E para você, o que te move para a ação?
publicado originalmente em: http://www.administradores.com.br/noticias/conheca_os_26_impulsionadores_da_motivacao_no_mundo/28540
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
Aquecimento Global
Como não podia ficar indiferente à conferência sobre o clima que está ocorrendo, seguem algumas considerações:
- É fato que o resultado da conferência será quase nulo devido ao medo dos países pobres em impor suas posições e a falta de compromisso dos países ricos para com o resto da planeta. Vivemos em um sistema feudal gigante onde muitos sustentam a posição de poucos, mas toda a vida está em risco, seja do causador ou não.
- Solução:Ao adquirir qualquer bem, tenha a certeza que sua produção produziu algo e não extinguiu.
Informe-se sobre os resultados práticos da conferência sobre o clima e assuma uma posição em defesa de nosso planeta.
"CONHECIMENTO GERA RESPONSABILIDADE. RESPONSABILIDADE GERA ATITUDE"
- É fato que o resultado da conferência será quase nulo devido ao medo dos países pobres em impor suas posições e a falta de compromisso dos países ricos para com o resto da planeta. Vivemos em um sistema feudal gigante onde muitos sustentam a posição de poucos, mas toda a vida está em risco, seja do causador ou não.
- Solução:Ao adquirir qualquer bem, tenha a certeza que sua produção produziu algo e não extinguiu.
Informe-se sobre os resultados práticos da conferência sobre o clima e assuma uma posição em defesa de nosso planeta.
"CONHECIMENTO GERA RESPONSABILIDADE. RESPONSABILIDADE GERA ATITUDE"
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
Para refletir:
Segue um texto publicado originalmente em : http://recantodasletras.uol.com.br/artigos/1477459
O objetivo é provocar sua análise. Observe, Analise, Comente!
Não se engane, preconceito não existe !
Não existem preconceitos de credo, raça , cor, religião, gênero, preferências sexuais ou qualquer outro. Isto é uma afirmação! Convido-o a uma reflexão e espero convencê-lo de que nunca conheceu alguém ou foi preconceituoso em toda sua vida.
Vamos a idade média. Os feudos nada mais eram que uma forma de proteção de uma pequena elite que para sobreviver impôs grandes muralhas de isolamento, criou símbolos de identificação, regras e inventou que eram importantes e melhores que outros. Alguém que não era ninguém, se impressionou com esta imagem e decidiu que para ser alguém necessitava fazer parte deste grupo, esse o acolheu por necessitar de uma linha de frente braçal para proteção e produção. Para os de fora deste grupo "feudo" o ninguém que agora era alguém havia adquirido um certo grau de importância, porém dentro de seu próprio grupo continuava sendo ninguém para alguém , formando-se uma escala de importância para se alcançar o posto do alguém supremo.
Agora, coloque-se como o alguém ou ninguém dentro de seu convívio social, identifique os que despreza e outros que admira e deseja ter o prazer e as vantagens de sua proximidade. Mas como fazer isso sem estampar aos outros os erros dos "ninguéns" e as vantagens dos "alguéns"?
Se o grupo admirado é multirracial, você apontará a crença como defeito, se é unirracial apontará a raça como defeito, se primam por um comportamento tradicional o defeito dos outros será o comportamento não tradicional, e assim segue, pois sempre se pode ver defeitos nos " ninguèns" .
O animal humano utiliza seus instintos de sobrevivência sem perceber, quanto mais restringimos nosso grupo de convivência perpetuamos nossa predominância genética e cultural, esta é a intenção e origem de todo separativismo, preconceito ou segregação e para isso, localizamos sempre uma divergência de pensamento, comportamento ou aparência.
Exercite seu poder de discernimento e confirme que nunca conheceu ou foi preconceituoso em sua vida, e sim um ser inseguro que sem objetivos nobres por quais lutar, luta contra seus iguais para permanecer em lugar supostamente mais cômodo, utilizando-se de seus instintos de sobrevivência sem questioná-los. Pode-se ser hipócrita, inseguro, mas preconceituoso nunca.
Animais que somos! como podemos nos segregarmos assim sem usar o intelecto. Somos a única raça animal que filosofa e ao mesmo tempo se comporta de maneira mais primitiva que os outros.
Todas as correntes religiosas ou não, indicam a horizontalidade como saída para o desenvolvimento coletivo dos humanos terrestres. Devemos ser complementares e não oponentes.
As mazelas de nosso mundo existirão enquanto as diferenças drásticas de sobrevivência forem tão aparentes e a falta de respeito às diferenças do individuo tão menosprezadas.
Faça parte de um TODO, some-se ao TODO, pense grande, seu grupo restrito é um feudo que tem a existência limitada e definida. Dê-se a chance de crescimento mental, social, espiritual e físico; abra-se ao novo; conviva com culturas, idéias, comportamentos, aparências diferentes. Tenha objetivos nobres, inclusivos, comece transformando em seu conceito os "ninguéns" de seu feudo em "alguéns" e, não rebaixe os "alguéns" pois, o objetivo é o desenvolvimento e evolução.
Não acredite em qualquer movimento que prega a igualdade e pratica a segregação social, a maioria deles querem que seus feudos sejam o mais importante e não igual ao outro. São movimentos que desejam deixar de ser ninguém para ser alguém transformando o alguém em ninguém. Sejamos complementares não substitutivos. Eliminemos os ninguéns nivelando, equalizando, nos complementando.
Pense e reflita, existe preconceito?
Nelson Cavalcante
Publicado no Recanto das Letras em 09/03/2009
Código do texto: T1477459
Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons. Você pode copiar, distribuir, exibir, executar, desde que seja dado crédito ao autor original (citar a autoria de Nelson Cavalcante, nebar@ymail.com ). Você não pode fazer uso comercial desta obra. Você não pode criar obras derivadas.
O objetivo é provocar sua análise. Observe, Analise, Comente!
Não se engane, preconceito não existe !
Não existem preconceitos de credo, raça , cor, religião, gênero, preferências sexuais ou qualquer outro. Isto é uma afirmação! Convido-o a uma reflexão e espero convencê-lo de que nunca conheceu alguém ou foi preconceituoso em toda sua vida.
Vamos a idade média. Os feudos nada mais eram que uma forma de proteção de uma pequena elite que para sobreviver impôs grandes muralhas de isolamento, criou símbolos de identificação, regras e inventou que eram importantes e melhores que outros. Alguém que não era ninguém, se impressionou com esta imagem e decidiu que para ser alguém necessitava fazer parte deste grupo, esse o acolheu por necessitar de uma linha de frente braçal para proteção e produção. Para os de fora deste grupo "feudo" o ninguém que agora era alguém havia adquirido um certo grau de importância, porém dentro de seu próprio grupo continuava sendo ninguém para alguém , formando-se uma escala de importância para se alcançar o posto do alguém supremo.
Agora, coloque-se como o alguém ou ninguém dentro de seu convívio social, identifique os que despreza e outros que admira e deseja ter o prazer e as vantagens de sua proximidade. Mas como fazer isso sem estampar aos outros os erros dos "ninguéns" e as vantagens dos "alguéns"?
Se o grupo admirado é multirracial, você apontará a crença como defeito, se é unirracial apontará a raça como defeito, se primam por um comportamento tradicional o defeito dos outros será o comportamento não tradicional, e assim segue, pois sempre se pode ver defeitos nos " ninguèns" .
O animal humano utiliza seus instintos de sobrevivência sem perceber, quanto mais restringimos nosso grupo de convivência perpetuamos nossa predominância genética e cultural, esta é a intenção e origem de todo separativismo, preconceito ou segregação e para isso, localizamos sempre uma divergência de pensamento, comportamento ou aparência.
Exercite seu poder de discernimento e confirme que nunca conheceu ou foi preconceituoso em sua vida, e sim um ser inseguro que sem objetivos nobres por quais lutar, luta contra seus iguais para permanecer em lugar supostamente mais cômodo, utilizando-se de seus instintos de sobrevivência sem questioná-los. Pode-se ser hipócrita, inseguro, mas preconceituoso nunca.
Animais que somos! como podemos nos segregarmos assim sem usar o intelecto. Somos a única raça animal que filosofa e ao mesmo tempo se comporta de maneira mais primitiva que os outros.
Todas as correntes religiosas ou não, indicam a horizontalidade como saída para o desenvolvimento coletivo dos humanos terrestres. Devemos ser complementares e não oponentes.
As mazelas de nosso mundo existirão enquanto as diferenças drásticas de sobrevivência forem tão aparentes e a falta de respeito às diferenças do individuo tão menosprezadas.
Faça parte de um TODO, some-se ao TODO, pense grande, seu grupo restrito é um feudo que tem a existência limitada e definida. Dê-se a chance de crescimento mental, social, espiritual e físico; abra-se ao novo; conviva com culturas, idéias, comportamentos, aparências diferentes. Tenha objetivos nobres, inclusivos, comece transformando em seu conceito os "ninguéns" de seu feudo em "alguéns" e, não rebaixe os "alguéns" pois, o objetivo é o desenvolvimento e evolução.
Não acredite em qualquer movimento que prega a igualdade e pratica a segregação social, a maioria deles querem que seus feudos sejam o mais importante e não igual ao outro. São movimentos que desejam deixar de ser ninguém para ser alguém transformando o alguém em ninguém. Sejamos complementares não substitutivos. Eliminemos os ninguéns nivelando, equalizando, nos complementando.
Pense e reflita, existe preconceito?
Nelson Cavalcante
Publicado no Recanto das Letras em 09/03/2009
Código do texto: T1477459
Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons. Você pode copiar, distribuir, exibir, executar, desde que seja dado crédito ao autor original (citar a autoria de Nelson Cavalcante, nebar@ymail.com ). Você não pode fazer uso comercial desta obra. Você não pode criar obras derivadas.
sábado, 7 de novembro de 2009
Profissional pode se tornar refém do salário alto
Cifras altas guiam a escolha de muitos profissionais pela vaga que vão ocupar no mercado de trabalho. Afinal, essa é a possibilidade de conviver com tranquilidade financeira, sem ter de dizer "não" o tempo todo aos filhos e podendo realizar os sonhos de consumo.
Mas, ao mesmo tempo, o salário alto pode ser fonte de mais pressão na vida profissional, já que as empresas o associam às metas arrojadas.
"É uma constatação: quanto mais alto o cargo e o salário, maior a necessidade à adequação do profissional na constante busca por metas e resultados", afirmou a consultora de Planejamento de Carreira da Ricardo Xavier Recursos Humanos, Karla Mara Alves de Oliveira.
As consequências
De acordo com Karla, quando o profissional tem uma quantidade maior de tarefas para fazer, às vezes, a pressão nem é tanto da empresa, mas sim da ansiedade que ele possui, "afinal, ele se vê cercado por decisões estratégicas que precisam ser decididas o tempo todo e isso pode causar estresse".
É um ciclo: o profissional é contratado por um salário alto, acredita que deve entregar resultados extraordinários para mostrar seu valor, faz uma busca sem controle pelas metas e acaba se sentindo pressionado. Sem canalizar tudo isso para um lado positivo, ele pode até mesmo começar a ter problemas de saúde.
E, se ele não tem um bom planejamento financeiro, acaba se tornando refém desta situação. Pense da seguinte maneira: o profissional começa a ganhar mais, mas também gasta mais. Então, sem controle, entra em dívidas e passa a ser refém deste salário alto, tendo de se submeter à pressão que ele provoca no trabalho para manter suas contas em dia.
Como sair dessa?
Para a consultora de Planejamento de Carreira, a empresa pode ajudar a quebrar esse ciclo, associando altos salários a metas factíveis.
"Acreditamos que é importante remunerar bem o profissional, porém sem perder o foco e sabendo respeitar o momento de descanso e lazer de cada um. Para que as pessoas tenham sucesso em seus trabalhos, elas não podem ser escravas dele, mas sim ter prazer naquilo que fazem", ressaltou.
Se o salário tem sido fonte de uma pressão insuportável, ainda vale a pena rever o orçamento para poder colocá-lo em dia e, por que não, procurar uma outra posição no mercado de trabalho, mais aliada aos objetivos profissionais e que promova qualidade de vida.
------------------------------------------------------------------------------
Como o Sistema Conscientista poderá ajudar:
publicação original em: http://www.administradores.com.br/noticias/profissional_pode_se_tornar_refem_do_salario_alto/27466
Mas, ao mesmo tempo, o salário alto pode ser fonte de mais pressão na vida profissional, já que as empresas o associam às metas arrojadas.
"É uma constatação: quanto mais alto o cargo e o salário, maior a necessidade à adequação do profissional na constante busca por metas e resultados", afirmou a consultora de Planejamento de Carreira da Ricardo Xavier Recursos Humanos, Karla Mara Alves de Oliveira.
As consequências
De acordo com Karla, quando o profissional tem uma quantidade maior de tarefas para fazer, às vezes, a pressão nem é tanto da empresa, mas sim da ansiedade que ele possui, "afinal, ele se vê cercado por decisões estratégicas que precisam ser decididas o tempo todo e isso pode causar estresse".
É um ciclo: o profissional é contratado por um salário alto, acredita que deve entregar resultados extraordinários para mostrar seu valor, faz uma busca sem controle pelas metas e acaba se sentindo pressionado. Sem canalizar tudo isso para um lado positivo, ele pode até mesmo começar a ter problemas de saúde.
E, se ele não tem um bom planejamento financeiro, acaba se tornando refém desta situação. Pense da seguinte maneira: o profissional começa a ganhar mais, mas também gasta mais. Então, sem controle, entra em dívidas e passa a ser refém deste salário alto, tendo de se submeter à pressão que ele provoca no trabalho para manter suas contas em dia.
Como sair dessa?
Para a consultora de Planejamento de Carreira, a empresa pode ajudar a quebrar esse ciclo, associando altos salários a metas factíveis.
"Acreditamos que é importante remunerar bem o profissional, porém sem perder o foco e sabendo respeitar o momento de descanso e lazer de cada um. Para que as pessoas tenham sucesso em seus trabalhos, elas não podem ser escravas dele, mas sim ter prazer naquilo que fazem", ressaltou.
Se o salário tem sido fonte de uma pressão insuportável, ainda vale a pena rever o orçamento para poder colocá-lo em dia e, por que não, procurar uma outra posição no mercado de trabalho, mais aliada aos objetivos profissionais e que promova qualidade de vida.
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Como o Sistema Conscientista poderá ajudar:
Em uma empresa que implementa o sistema conscientista, este será um ponto fácil de detectar e será fácil de corrigir com a integração de todos os envolvidos. Sistema Cosncientista não é a solução para tudo, mas um caminho de integração entre todos os componentes de uma organização.
publicação original em: http://www.administradores.com.br/noticias/profissional_pode_se_tornar_refem_do_salario_alto/27466
sábado, 31 de outubro de 2009
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
Identificando a situação
Ainda aguardando a ilustração e edição de nosso livro, segue uma orientação para identificação dos problemas e consequente avaliação das necessidades.
Retornem a estas questões sempre que desejarem mais clareza, mais foco, mais equilíbrio, e mais confiança para a solução de problemas, assim acharão a suas reais necessidades:
1 - Enquanto eu considero um problema ou situação, eu estou observando tanto os detalhes relevantes, como o contexto amplo?
2 - Qual é a parte omitida fundamental da informação que me permitirá ter clareza sobre um problema ou situação?
3 - O que está me impedindo de ver o que eu preciso ver?
4 - Como eu estou sabotando o meu próprio progresso?
5 - De que modos eu estou subutilizando minhas energias criativas?
6 - Qual é a mudança que eu poderia fazer em minha vida para deslocar radicalmente o condicionamento rígido do passado e me mover para um estado mais centrado e adaptável ás situações atuais e fururas?
7 - Enquanto eu considero as atuais notícias , que coisas são realmente verdadeiras, quais são suposições, quais me deixam vulneráveis, e quais me fortalecem?
8 - Quão confortável eu me sinto ao me tornar mais transparente comigo mesmo?
9 - O que eu temo em saber sobre mim mesmo?
texto adaptado de carta dos conselho dos 12
Retornem a estas questões sempre que desejarem mais clareza, mais foco, mais equilíbrio, e mais confiança para a solução de problemas, assim acharão a suas reais necessidades:
1 - Enquanto eu considero um problema ou situação, eu estou observando tanto os detalhes relevantes, como o contexto amplo?
2 - Qual é a parte omitida fundamental da informação que me permitirá ter clareza sobre um problema ou situação?
3 - O que está me impedindo de ver o que eu preciso ver?
4 - Como eu estou sabotando o meu próprio progresso?
5 - De que modos eu estou subutilizando minhas energias criativas?
6 - Qual é a mudança que eu poderia fazer em minha vida para deslocar radicalmente o condicionamento rígido do passado e me mover para um estado mais centrado e adaptável ás situações atuais e fururas?
7 - Enquanto eu considero as atuais notícias , que coisas são realmente verdadeiras, quais são suposições, quais me deixam vulneráveis, e quais me fortalecem?
8 - Quão confortável eu me sinto ao me tornar mais transparente comigo mesmo?
9 - O que eu temo em saber sobre mim mesmo?
texto adaptado de carta dos conselho dos 12
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
Sugestões para Ação
Muitos colegas em diversos meios, sabiamente postaram artigos sobre a urgência da ação, porém, as palavras estão sem corpo por não atingirem seus objetivos iniciais, como se a mensagem fosse ruído. O que está acontecendo com nossa percepção?
A sensação de incompetência confunde-se muitas vezes com a falta de produtividade, não em relação a quantidade ,mas ,à qualidade e ao que estamos produzindo.
A velocidade das informações tornou-nos apressados, inclusive, no que tange às hierarquias, tornando evidente o insucesso no que diz respeito às pessoas e de toda uma estrutura organizacional e social.
Teorias existem muitas, porém, como agir?
Proponho dois exercícios para que possamos enxergar nossos problemas e posteriormente solucioná-los:
1- Analise suas REAIS necessidades* e transforme-as em desejo e esqueça seus desejos antigos, garanto que estão todos contaminados por resíduos emocionais, assim possivelmente, a sindrome de burnout não chegará e poderá concentrar-se em seu desenvolvimento.
2- Preocupe-se com a reação de todas as suas ações e com a externalidade (resíduos) por elas provacada, tornando-se responsável por tudo que passa por você, inclusive os pensamentos. Com o tempo e naturalidade conseguirá visualizar cada efeito de suas ações e direcioná-los para alcançar seus objetivos.
Lembrem-se: Pessoas trabalham para Pessoas.
Sucesso a Todos.
p.s: busque os conceitos de necessidades e desejos e informe-se sobre a sindrome de burnout

Permitida a ultização, desde que citado o texto abaixo:
Escrito por Nelson Cavalcante
Sistema Conscientista
http://sistemaconscientista.blogspot.com
A sensação de incompetência confunde-se muitas vezes com a falta de produtividade, não em relação a quantidade ,mas ,à qualidade e ao que estamos produzindo.
A velocidade das informações tornou-nos apressados, inclusive, no que tange às hierarquias, tornando evidente o insucesso no que diz respeito às pessoas e de toda uma estrutura organizacional e social.
Teorias existem muitas, porém, como agir?
Proponho dois exercícios para que possamos enxergar nossos problemas e posteriormente solucioná-los:
1- Analise suas REAIS necessidades* e transforme-as em desejo e esqueça seus desejos antigos, garanto que estão todos contaminados por resíduos emocionais, assim possivelmente, a sindrome de burnout não chegará e poderá concentrar-se em seu desenvolvimento.
2- Preocupe-se com a reação de todas as suas ações e com a externalidade (resíduos) por elas provacada, tornando-se responsável por tudo que passa por você, inclusive os pensamentos. Com o tempo e naturalidade conseguirá visualizar cada efeito de suas ações e direcioná-los para alcançar seus objetivos.
Lembrem-se: Pessoas trabalham para Pessoas.
Sucesso a Todos.
p.s: busque os conceitos de necessidades e desejos e informe-se sobre a sindrome de burnout
Permitida a ultização, desde que citado o texto abaixo:
Escrito por Nelson Cavalcante
Sistema Conscientista
http://sistemaconscientista.blogspot.com
terça-feira, 11 de agosto de 2009
5- Objetivo do Livro "Introdução ao Sistema Conscientista" e deste Blog
Alterar o foco e o comportamento das empresas e seus componentes, desenvolver pessoas e instituições através da sustentablidade de suas ações para gerar receita e lucratividade continua .
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
4- Lista de Espera e intenções de compra do livro
Receba em primeira mão a edição inaugural de nosso Livro, deixe seus dados para contato aqui, ou assine ao lado para receber informações em seu e-mail, enquanto isso, participe de nosso blog efetivamente e inicie uma revolução na gestão de sua vida e negócios.
Acesse a loja virtual:
http://f2link.f2b.com.br/sistema-conscientista
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3- Necessidades
Questionemos nossas Reais Necessidades e Objetivos em nossa vida Pessoal e Profissional?
2- Sistema
Analisemos a imagem e façamos um paralelo com nossas vidas. O que é um Sistema?
1- Consciência
Como todos sabem, o livro ainda não foi lançado, porém, já podemos discutir sobre assuntos importantes que norteiam o mesmo do início ao fim.
Começaremos uma análise pelos temas que compoem seu título:
O que é consciência?
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